Fique Por Dentro

 

Curso de Extensão: Atuação do Pedagogo em espaços não escolares

 
Público Alvo: Alunos do Curso de Graduação em Pedagogia do UNIFESO, profissionais da área de educação. Assim como outros profissionais dispostos a ampliar saberes ou identifiquem interfaces nesta área.
 
Período de Inscrição:  05 de agosto a 03 de setembro de 2014.
Local de Inscrição: Site do UNIFESO
Local do Curso: Campus Quinta do Paraíso
Documentação Necessária: - Cópia CPF, Identidade, comprovante de residência e uma foto 3x4 para fazer o contrato do Curso.
 
Cronograma: De 04 de setembro a 23 de outubro de 2014
                    Aulas as quintas-feiras, das 18:00 às 19:30
 
Taxa de Inscrição: Não Haverá taxa de Inscrição
Mensalidade:  2 parcelas de R$ 20,00
 
Número de Participantes: 20 (mínimo para formação da turma), 30 no máximo.
 
 
 
 

MEC promove webconferência sobre educação financeira

Sexta-feira, 07 de março de 2014 - 17:57
 
A Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação promoverá a webconferência Educação Financeira e Previdenciária, aberta ao público, no dia 18 de março. Esta é uma das iniciativas executadas pelo MEC desde a instituição da Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), em dezembro de 2010, pelo decreto 7.397. 

A Enef foi instituída pelo governo federal em razão da adoção de políticas de inclusão social, igualdade racial e melhoria da vida do cidadão, explicou a educadora Sueli Mello, presidente do Grupo de Apoio Pedagógico do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) e representante do MEC. “É importante para os empreendedores, como os que trabalham na agricultura familiar, cooperativas e também os autônomos”, disse.

O Conef, criado para gerir e coordenar programas da estratégia, propôs que a educação financeira fosse disseminada em ações para escolas de nível fundamental e médio, e também em ações para aposentados e mulheres beneficiárias do Bolsa Família. 

A experiência de um projeto piloto desenvolvido pelo Conef e o MEC, com alunos do ensino médio, rendeu ao país o relatório The impact of high school education – experimental evidence from Brasil (O impacto do ensino médio – a experiência do Brasil, em tradução livre) do Banco Mundial. Nesse piloto, o tema foi integrado às matérias de matemática, ciência, história, geografia e português. 

“A intenção não é de introduzir a disciplina de educação financeira”, explica Sueli Mello, “mas sim de integrá-la ao conjunto de conteúdos.” O resultado, segundo o relatório do banco, comprovou a capacidade dos alunos de se tornarem agentes de mudança de hábitos familiares.

De acordo com o documento, muitos pais reagiram positivamente aos exercícios de casa, que provocaram diálogos sobre orçamento familiar, gastos, poupança e até comparações e análises sobre juros e taxas bancárias. A meta agora, explicou Sueli Mello, “é replicar essa experiência piloto que ocorreu em escolas dos estados do Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Tocantins e no Distrito Federal, em toda rede pública do ensino médio e fundamental”.

O conteúdo do material didático, elaborado por um time de especialistas em educação, psicologia e sociologia, abrangeu nove temas diferentes: vida familiar cotidiana, vida social, grandes projetos, bens pessoais, trabalho, empreendedorismo, bens públicos, economia do país e economia do mundo. 

Conef – O Conef é composto por oito órgãos federais: Banco Central do Brasil, Comissão de Valores Mobiliários, Superintendência Nacional de Previdência Complementar, Superintendência de Seguros Privados, Ministério da Fazenda, Ministério da Educação, Ministério da Previdência Social e Ministério da Justiça. Até o fim deste ano, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a BM& Bovespa, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) participam como convidadas. 

Nessa Webconferência o público poderá se informar sobre o    histórico da Estratégia Nacional de Educação Financeira, a atuação do MEC, o programa piloto nas escolas de ensino médio e as publicações sobre o tema avaliadas pelo ministério. As atividades sobre as ações estão só começando. Em maio próximo, de 5 a 9, a SEB e o Conef promovem a Semana Nacional de Educação Financeira.

Acesse a webconferência, em 18 de março, das 15h30 às 17h 

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Assessoria de Comunicação Social
 
Palavras-chave: educação básica, ensino médio, educação financeira
 
 
 
 

 

Concurso em São José do Vale do Rio Preto

 

 

Censo escolar revela aumento de matrículas em tempo integral

 
Terça-feira, 25 de fevereiro de 2014 - 18:38
 
Para o ministro da Educação, Henrique Paim, a expansão do ensino integral é um dos grandes destaques do Censo Escolar da Educação Básica de 2013, divulgado nesta terça-feira, 25. O Censo revela que, desde 2010, o número de matrículas em educação integral no ensino fundamental cresceu 139%, chegando a 3,1 milhões de estudantes. Só no último ano, o crescimento foi 45,2%. 

O evento de divulgação contou ainda com a presença do presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Chico Soares, e da secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Yvelise Arcoverde.

O aumento de alunos no ensino integral é atribuído à ampliação do Programa Mais Educação, criado pelo Ministério da Educação para incentivar as secretarias estaduais e municipais de educação, com a transferência de recursos federais, a oferecer a educação integral. 

“Estes números demonstram o esforço que está sendo feito e que já temos resultados”, disse o ministro. “A meta de ensino integral do Plano Nacional de Educação (PNE), de 25% dos alunos estarem no ensino integral, é factível de ser alcançada se continuarmos com este esforço”, complementou. 

A meta do Mais Educação para 2013, de 45 mil unidades educacionais, foi superada e o total alcançado foi de 49 mil escolas. Para 2014, está previsto o atendimento em 60 mil escolas. É considerada educação integral a jornada escolar com sete ou mais horas de duração diária.

O censo destaca ainda a evolução de matrículas em creche, que teve crescimento de 72,8%, passando de 1.579.581 para 2.730.119 no período entre 2007 e 2013. Entre 2012 e 2013, o aumento das matrículas em creche foi de 7,5%. A pré-escola apresentou evolução de 2,2% na quantidade de matrículas entre as duas últimas edições do censo, chegando a 4.860.481 crianças matriculadas. “Temos uma contribuição muito importante também dos municípios no aumento das matrículas do ensino infantil”, destacou Paim. 

Na educação profissional, o número de matrículas foi de 1,4 milhão, sendo 749.675 na rede pública. A rede federal puxou o crescimento de toda a rede pública, uma vez que o número de alunos nas instituições federais cresceu 8,4%, entre 2012 e 2013, chegando a 228.417 matrículas. Em relação a 2007, o crescimento da rede federal de ensino foi de 108%, por exemplo. Número superior aos 78,5% registrados na rede privada, que também apresenta expansão no ensino técnico e chegou a 691.376 matrículas, em 2013. 

De acordo com o ministro Henrique Paim, os dados do censo revelam o resultado das políticas públicas e programas governamentais voltados à ampliação da oferta educacional. “A médio e longo prazo, as políticas públicas voltadas para o processo educacional começam a surtir efeito no censo”, afirmou o ministro. 

“Os dados sinalizam uma mudança de paradigma, com acesso mais cedo, por meio da expansão do ensino infantil, e maior permanência diária na escola, por meio do ensino integral”, avaliou o presidente do Inep, Chico Soares.

Melhora – No total geral da educação básica, nas redes pública e privada, houve decréscimo de 1% nas matrículas, que caíram de 50,5 milhões em 2012 para 50,04 milhões em 2013. A redução maior, de 2,8%, ocorreu nos anos finais do ensino fundamental, nos quais havia 13,6 milhões de alunos no ano anterior e agora existem 13,3 milhões. 

O presidente do Inep explicou que isso se deve a uma acomodação do sistema de ensino ao tamanho da população e à melhoria do fluxo escolar, com menores taxas de reprovação, por exemplo. “O fluxo escolar está melhorando e o sistema se aperfeiçoando, é uma queda boa”, ressaltou Soares. 

 

Projeto que dificulta fechamento de escolas rurais é aprovado no Senado e vai a sanção

Quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014 - 18:22
 
O Senado Federal aprovou em plenário, nesta quarta-feira, 26, o projeto de lei que dificulta o fechamento de escolas de educação no campo, indígenas e quilombolas. Esse projeto de lei altera o artigo 4º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9394/1996). O projeto de lei, de autoria do Executivo, segue para sanção.

Na terça-feira, 25, o projeto de lei havia sido aprovado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado.  Pelo projeto, antes de fechar escola da educação básica pública que atenda estudantes residentes no campo, indígenas e quilombolas, o prefeito ou secretário de educação precisa ouvir o conselho municipal de educação, que é o órgão normativo e tem na sua composição representantes dos gestores e de toda a comunidade escolar.

Ao receber, em Brasília, um manifesto de estudantes do Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST) solicitando educação, transporte escolar e alimentação saudável, em 12 de fevereiro, o ministro da Educação, Henrique Paim, falou às crianças sobre a proposta do governo federal que tramita no Congresso. “Queremos colocar como condição para fechar uma escola a consulta à comunidade”, explicou. “A comunidade precisa ser ouvida, é preciso ouvir os conselhos estaduais e municipais de educação”, completou. 
 

 

Unesco disponibiliza livros para baixar gratuitamente

 

Para maiores informações, acesse o site: http://pedagogiadobrasil.blogspot.com.br/2014/04/unesco-disponibiliza-livros-para-baixar.html

 

 

Site disponibiliza obra completa de Machado de Assis para download


Para maiores informações acesse o site: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/04/1446581-site-disponibiliza-obra-completa-de-machado-de-assis-para-download.shtml